
24 de dezembro de 2008
É Natal

3 de dezembro de 2008
o garfo do lado esquerdo do prato
Não sou de fazer aqueles exercícios chatos de pensar na vida só porque faço anos.
Escolhas amorosas. Escolhas profissionais. Caminhos de vida.
16 de outubro de 2008
detesto ter razão
Parece-me bastante idiota.
Faz-me lembrar uma velha conhecida que quando íamos a um restaurante em grupo, às vezes mais de 50 pessoas, e não gostava da ementa préviamente escolhida, chamava um empregado e pedia dieta. Até aqui tudo normal.
O problema começava quando ela passava a refeição toda a dizer: - eu é que fui inteligente, enquanto comia um prato diferente dos demais e apenas porque o estava a fazer!
Afinal não me parece idiota...é mesmo!
...detesto ter razão.
psl vs jlc
Assim como assim deixei de pagar as quotas do Benfica por isso...
seleçon
O resto não percebo, mas deve ser mesmo por eu achar que na FPF a começar pelo Boss a coisa está negra.
não há pachorra
da-se!
stop...I will, I will, I will
Love will keep us together
by Captain & Tenille
Love, Love will keep us together
Think of me babe whenever
Some sweet talking girl comes along singing her song
Don't mess around,
You got to be strong
Just Stop, 'cause I really love You
Stop, I'll be thinking of you
Look in my heart and let love keep us together
You, You belong to me now
Ain't gonna set you free now
When those girls start hanging around talking me down
Hear with your heart and you won't hear a sound
Just Stop, 'cause I really love you
Stop, I'll be thinking of you
Look in my heart and let love keep us together
Whatever
young and beautiful,
Someday your looks will be gone
When the others turn you off,
Who'll be turning you on?
I will, I will, I will, I will-
Be there to share forever
Love will keep us together
Said it before and I'll say it again while others
pretend
I'll need you now and I'll need you then
Just Stop, 'cause I really love you
Stop I'll be thinking of you
Look in my heart and let love keep us together
Whatever
I will, I will, I will, I will!
3 de outubro de 2008
porcos
1 de outubro de 2008

Nova escola aposta em método americano - Autismo. Terapia renova esperança dos pais.
O objectivo é tornar as crianças independentes em todas as situações. Rui começou uma nova etapa da sua curta vida. Tem três anos. É bem-disposto, meigo, mas muito parado. Desde os primeiros meses que os pais detectaram que havia algo de errado na criança. Há um ano foi conhecido o diagnóstico: perturbação no espectro de autismo.
O pequeno Rui é um dos primeiros seis alunos a frequentar o centro de terapias que ontem abriu no Colégio Campo das Flores, Lazarim (Almada). A esperança do pai tem o tamanho do mundo.
Sentado na carteira ao lado da técnica Mari Neda, que foi enviada pela escola americana ABA Real Sacramento, Rui mostrava as evoluções dos últimos meses apreendidas no próprio seio familiar, depois que os pais decidiram tirar um minicurso que lhes ensinou a estimular o filho.
Faz puzzles com três e quatro peças e já consegue colocar figuras geométricas nos locais apropriados. Cada passo certo é acompanhado de palmas pelos pais. Parece pouco? Mas não é. Resulta de um intenso e paciente trabalho que merece o elogio dos especialistas. É possível que a terapia do ABA, seguida nesta escola, consiga que Rui desenvolva vários conhecimentos até atingir a "total normalidade" quando dentro de dois anos chegar a sua vez de entrar no ensino dito normal.
- "Temos uma enorme expectativa, porque consideramos que este processo de ensino faz todo o sentido para crianças autistas. Elas precisam de muito apoio e assistência", sublinhou João Afonso, pai de Rui, assumindo que os mil euros mensais que vai pagar são "um investimento" no futuro da criança.
Segundo Mari Neda, o grande desafio do ABA, uma terapia intensa e rigorosa que vai funcionar cinco horas por dia no colégio de Lazarim, é a observação dos comportamentos das crianças, para que se encontrem soluções que conduzam os alunos à independência em todas as actividades.
O meu amigo JR está de parabéns pela implementação de mais esta aposta no seu colégio. Para mim é motivo de satisfação e orgulho no seu trabalho.
Obrigado.
30 de setembro de 2008
parece fácil...

Há pequenas coisas que nos deixam marcas que aparentemente fugazes são indeléveis e criam sentimentos que perduram indefinidamente.
Sem valor de comparação é como quem ouve uma musica no duche e a trauteia durante o resto do dia.
Às vezes guardo marcas de uma conversa...uma imagem...uma musica...um olhar.
E se por momentos escolhesse duvidar dos meus sentimentos são essas de que não me esqueço que me recordam que sei por onde vou.
Ouvi a musica Easy dos Commodores pela primeira vez em 6 de Agosto de 1976 em Tampa, FL - USA, ali no Golfo do México, no rádio de um Cadillac Coupé DeVille, dourado com capota em vinil , modelo desse ano e que conduzi contrariamente ao que estava estabelecido. Deu-me um gozo imenso fazê-lo e desse ficaram as marcas.
Lembrei-me disto porque ontém adormeci com uma pessoa no pensamento que até agora por aqui perdura.
Parece fácil...
Easy
Know it sounds funny
But, I just can't stand the pain
Girl, I'm leaving you tomorrow
Seems to me girl
You know I've done all I can
You see I begged, stole and I borrowed! (Yeah)
Ooh, that's why I am easy
I'm easy like sunday morning
That's why I'm easy
I'm easy like sunday morning
Why in the world would anybody put chains on me
I've paid my dues to make it
Everybody wants me to be
What they want me to be
I'm not happy when I try to fake it! No!
Ooh, that's why I am easy
I'm easy like sunday morning
That's why I'm easy
I'm easy like sunday morning
I wanna be high, so high
I wanna be free to know
The things I do are right
I wanna be free
Just me! Whoa, oh! Babe!
That's why I am easy
I'm easy like sunday morning, yeah
That's why I'm easy
I'm easy like sunday morning, whoa
'cause I'm easy
easy like sunday morning, yeah
'cause I'm easy
easy like sunday morning
by Lionel Richie - The Commodores
faster & faster??
29 de setembro de 2008
XXX by Diesel
"A Diesel está a comemorar o seu trigésimo aniversário com uma campanha que, através de uma montagem, combina filmes pornográficos dos anos oitenta com desenhos animados. O filme tem a designação de Safe For Work XXX, fazendo assim um trocadilho à mensagem que indica a existência de cenas de sexo explícito num determinado conteúdo: Not Safe for Work. A acção foi criada pela agência Viral Factory, e mostra cenas pornográficas sobrepostas por animações, em que se vêem pessoas a comerem pipocas, bananas e a jogar numa máquina de pinball."
in Meios & Publicidade
sabe bem...

Numa primeira noite de chuva sabe bem... um Irish Coffee.
ingredientes:
1 dose de whisky irlandês (40ml), 1 colher de chá de açúcar, 3 colheres de sobremesa de creme de chantilly e 1 chavena de chá de café forte e sem açúcar
preparação:
Aqueça uma caneca para Irish Coffee em água quente. Após aquecer, misture na caneca o whisky, o açúcar e o café bem quente. Cubra com chantilly e sirva imediatamente.
nota:
O irish coffee é feito (sempre) com açúcar mascavado e nunca refinado! Não esquecer a decoração: um pouco de café moído sobre o chantilly e um grão de café no topo.
sabe bem...
28 de setembro de 2008
the look

IMMORTAL BELOVED

The First Letter
July 6, in the morning
The Second Letter
Evening, Monday, July 6
The Third Letter
Good morning, on July 7
27 de setembro de 2008
I'm trapped!

Há certos artigos de jornal que não consigo entender. E não é por ser menos capaz. Afinal já leio jornais desde há muito mais de 30 anos.
Habituei-me desde novo a não os ler de fio a pavio. Fui mudando de jornal como se muda tudo na vida. Repeti. Por qualquer razão mudei e comecei de novo. Fui criando hábitos de leitura. Mas há certos artigos que embora recorrentes em todas as publicações a que me afeiçoei, são ainda para mim um mistério insondável.
É aquele tipo de ideia que impressa no papel e lida em voz interior ou ouvida em voz alta não leva ou traz o que quer que seja. Fico muitas vezes a pensar o que estará por trás da coisa. Seja a minha forma apaixonada (que deve ser só minha) ou alguma falta de paciência, o que é certo é que por vezes não percebo patavina.
E depois há aquelas que querem chegar a tudo, um bocado como este texto que estou a escrever, que já vai em 172 palavras (contadas pelo Word) e não chega a absolutamente nada.
São as mulheres! Sabem o que querem mas não querem o que sabem que querem ???!!!
Adormeci já com sol e eram 11 horas já me estavam a acordar: - e tal que está um dia bonito e vamos por aí...
I'm trapped!
Dunas, são como divãs,
Biombos indiscretos de alcatrão sujo
Rasgados por cactos e hortelãs,
Deitados nas Dunas, alheios a tudo,
Olhos penetrantes,
Pensamentos lavados.
Bebemos dos lábios, refrescos gelados (refrão)
Selamos segredos,
Saltamos rochedos,
Em camara lenta como na TV,
Palavras a mais na idade dos "PORQUÊ"
Dunas, como que são divãs
Quem nos visse deitados de cabelos molhados bastante enrolados
Sacos camas salgados,
Nas Dunas, roendo maçãs
A ver garrafas de óleo boiando vazias nas ondas da manhã
Bebemos dos lábios, refrescos gelados,
nas dunas!
Em camara lenta como na TV,
Nas dunas..
Nas dunas..
Naasss duunas...
Naasss duunas..
Refrescos gelados...
Como na Tv.
Nas duunas..
by GNR - O clip original
25 de setembro de 2008
by taxi nesta nossa Lisboa

"O conhecido saxofonista norte-americano esqueceu-se do "seu" saxofone num táxi, em Lisboa. Ao fim de alguns dias, conseguiu recuperá-lo. Mas o resgate ficou avaliado em 500 dólares.
Lisboa, 8 de Setembro de 2008, 3 horas da madrugada. Na Praça da Alegria, um homem negro, magro e alto, sai de um táxi. O táxi arranca. O homem grita e corre atrás dele. Quer que o táxi pare. Mas o condutor não se apercebe, ou faz que não se apercebe, e desaparece. Mark Turner, um gigante do universo actual do jazz, corria atrás do seu saxofone tenor "favorito". O seu verdadeiro tormento não era os bocais do instrumento, o telemóvel iPhone ou a esteira de ioga que também via desaparecer na bagageira do táxi, mas o seu saxofone, que tinha a "sua" sonoridade...
Lisboa, 21 de Setembro, 10 horas da manhã. Na Avenida da República, o mesmo músico norte-americano paga 500 dólares ao mesmo taxista, para recuperar o seu saxofone "Selmer". Sofia, amiga do músico que prefere omitir o seu apelido, estava lá, à porta do restaurante onde Mark Turner, duas semanas antes, apanhara o táxi para a Residencial Alegria.
Nessa madrugada, o saxofonista "estava muito cansado e, por isso, muito lento". "Quando saí do táxi, virei-me e já o taxista ia rua fora. Ainda fui atrás… Não sei se me viu ou ouviu, e não registei a matrícula", contou Mark Turner ao JN, no último sábado, após outro concerto em Portugal. O artista chegou a ir à PSP, mas não formalizou a ocorrência. Regressou desolado aos EUA, deixando a Sofia a tarefa de anunciar uma recompensa, até dois mil dólares, pela entrega dos objectos desaparecidos. A ideia era negociar o valor, para baixo ou para cima, sendo certo que só o saxofone valia dez mil dólares.
Assim foi. Sábado passado, a esposa do taxista telefona a Sofia. Diz que o marido tem as coisas consigo (incluindo o iPhone) e combina um encontro para as 9.30 horas do dia seguinte - cerca de duas horas antes do embarque de Turner no avião que o levaria para França. São 10 horas quando a mulher entra no Restaurante Galeto, de mãos vazias. O marido, mais de 50 anos, espera na rua. "Estávamos nervosos e foi tudo muito rápido. O Mark ofereceu 300 dólares, mas ele começou a refilar, a dizer que não era nada, que queria mais. O Mark ofereceu mais 200, e ele aceitou", relata Sofia. Depois do casal desaparecer, Mark verifica que o telemóvel não fora devolvido.
Sem conseguir apurar a identidade completa do taxista, o JN conseguiu chegar à fala com ele. Que argumentou que não pedira recompensa. "Ela [Sofia] deu-me 500 dólares, mas já me disseram que a recompensa era dois mil", acrescentou. Referiu ainda que "era para entregar as coisas na Embaixada da América". Por que é que não o fez? "Sabe que eu trabalho de noite e durmo de dia!", exclamou, segunda-feira à tarde, antes de desligar abruptamente o telefone.
Para o presidente da Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros, Florêncio Almeida, o que o taxista fez foi "um roubo". E, para Mark Turner, também era evidente que se tratava de "um caso de polícia". O seu objectivo, contudo, era só um: "Quero é o meu saxofone!", dizia o músico, horas antes de desembolsar os 500 dólares."
NELSON MORAIS in JN 25/09/2008
24 de setembro de 2008
e porque não?

É um fifty dollar phone, mas é bonito e como máquina de impressionar o próprio e todos os que nos rodeiam não há igual. Mas também confesso que já vou estando farto.
Também ele dizia que não tem paciência para os relatos incríveis das férias acompanhadas das mostras infindáveis das mais de 3000 fotografias que relatam os modos e as formas dos locais que se visitaram mostrando tudo e mais qualquer coisa como se mais ninguém as tivesse visto ou as fosse visitar. Que saudades dos rolos de 36 fotografias da Kodak que se revelavam e colavam em albuns e não ocupavam o nosso tempo a serem mostradas nos tais iphones.
Falta de paciência desta moda de estar sempre agarrado ao telemóvel a ver os e-mails. Mas que e-mails? Serão assim tão importantes? e como era antes? E fazê-lo à mesa do restaurante naquele jantar de amigos? Porquê?
Tenho outro amigo que nos remotos tempos do aparecimento do fax, uma tecnologia altamente inovadora dos finais do século passado fez um acto de imensa sabedoria com resultados que só ele pode avaliar no tempo.
Foi assim: comprou um desses aparelhos de fax que depois de ligado à respectiva linha telefónica passou a ser uma ferramenta de trabalho para atender as necessidades dos seus clientes. Falta dizer que este meu amigo é advogado. Passada uma semana o aparelho estava desligado. Quando lhe perguntei porque o tinha feito, disse-me: Teve de ser! E tinha sido porque, dizia ele, antes os clientes contactavam o seu escritório telefónicamente e falando com a secretária agendavam uma reunião na qual aprsentavam os seus casos que depois o meu amigo agendava para tratar no tempo útil de que dispunha. Com o fax os clientes pensavam que após terem enviado o fax e recebido a confirmação da sua recepção, o meu amigo estaria de imediato a trabalhar nos seus casos. Nada mais errado. E foi assim que ele decidiu acabar com essa tecnologia. Nem sei o que se estará a passar agora com os e-mails, os blackberrys, os iphones e a net. Mas ele nesse tempo teve a coragem de dizer NÃO.
E afinal é disso que se trata: da coragem de dizer não.
Não a muita coisa. Não aos momentos de leitura de e-mails a toda a hora. Não às chamadas inoportunas que se recebem em todo o lado. Não à vaidade intrusiva mascarada de conhecimento ou desvio hi-tech comportamental.
Não ao consumismo desenfreado, materialista que nos consome...Não!
Não ao terrorismo...Não!
Não a tudo o que nos desagrada...Não.
É preciso refazer a cultura do não. É preciso reaprender a dizer não.
Imaginemos o bem que nos fará dizer não quando é essa a nossa mais sincera vontade. Experimentemos criar a semana do não e apreciemos o resultado.
E porque não?
21 de setembro de 2008
magnifíco
Dos seus 3x18+15 anos (é uma forma de dizer) encerra uma capacidade humana de excepção.
na terça feira depois de jantar na sua companhia e de o ouvir falar de educação apenas consegui agradecer-lhe a grande habilidade que tem em transmitir com as suas próprias palavras o que nos vai por dentro.
É um pessoalista como haverá poucos. Talvez Adriano Moreira entre os vivos e uma quantidade de outros que já estão mortos...Sócrates, Kant e outros grandes filosofos.
Convém lê-lo e escutá-lo...tanto quanto se possa.
Obrigado Professor.
"Existem percursos de vida absolutamente singulares.
A Humanidade sempre nos surpreende!... Há sempre alguém que se projecta para além do insuperável. A cada passo somos confrontados com a existência de personalidades ímpares que marcam decisiva e determinantemente a nossa caminhada, o processo de crescimento de cada qual, nos planos pessoal, académico e profissional. Manuel Ferreira Patrício é uma dessas individualidades. Conhecemo-lo, convivemos com ele há décadas, apreciamo-lo. É uma alma rica e rara de transbordante humanidade e sabedoria. É uma personalidade multifacetada: filósofo, pedagogo, educador, musicólogo, amigo, em síntese, homo-culturalis"
in o sexo dos anjos





