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25 de junho de 2008
o melhor vinho do mundo é de Palmela

Portugal tem o melhor vinho tinto do mundo.
Num concurso que teve lugar em Paris, França, seleccionaram o Syrah 2005 da Casa Ermelinda Freitas, o melhor vinho tinto do presente ano, numa prova cega entre mais de três mil vinhos a concurso oriundos de 36 países.
Deste vinho foram produzidos 8000 litros cerca de 11000 garrafas. Eu ainda tenho duas em casa.
Aqui está a prova que em Portugal se produz dos melhores vinhos do mundo...para quem ainda tinha dúvidas…
6 de setembro de 2007
as colinas da minha cidade

Cortes de Cima (*) - bom.
La Paparrucha - ainda bem - uma vista soberba.
Mais uma colina- a segunda.
K - igual
Amo o espaço e o lugar, e as coisas que não falam.
O estar ali, o ser de certo modo,
o saber-se como é, onde é que está, e como,
o aguardar sem pressa, e atender-nos
da forma necessária.
Serenas em si mesmas, sempre iguais a si próprias,
esperam as coisas que o desespero as busque. (...)
by ANTÓNIO GEDEÃO- POEMA DAS COISAS

(*)
Cortes de Cima -D.O. / Zona: Alentejo
Castas: Syrah, Aragonês, Trincadeira e Touriga Nacional
Estágio: 11 meses em carvalho francês e americano
Graduação (% vol.): 13,5
Enólogo: Hans Kristian Jorgensen
Aroma elegante, fruta muito "jammy" e doce, baunilha bem presente, leves percepções florais, temos o novo mundo em pleno Alentejo! O difícil mesmo é não gostar de um vinho assim! A fruta salta à vista, a acidez dá-lhe a frescura necessária para assegurar o equilíbrio, está tudo no sítio certo neste tinto transtagano. Uma bela aposta no seu segmento! Vinhos como este têm todas as condições para conquistar mercados internacionais.
By 5 às 8
La Paparrucha - ainda bem - uma vista soberba.
Mais uma colina- a segunda.
K - igual
Amo o espaço e o lugar, e as coisas que não falam.
O estar ali, o ser de certo modo,
o saber-se como é, onde é que está, e como,
o aguardar sem pressa, e atender-nos
da forma necessária.
Serenas em si mesmas, sempre iguais a si próprias,
esperam as coisas que o desespero as busque. (...)
by ANTÓNIO GEDEÃO- POEMA DAS COISAS

(*)
Cortes de Cima -D.O. / Zona: Alentejo
Castas: Syrah, Aragonês, Trincadeira e Touriga Nacional
Estágio: 11 meses em carvalho francês e americano
Graduação (% vol.): 13,5
Enólogo: Hans Kristian Jorgensen
Aroma elegante, fruta muito "jammy" e doce, baunilha bem presente, leves percepções florais, temos o novo mundo em pleno Alentejo! O difícil mesmo é não gostar de um vinho assim! A fruta salta à vista, a acidez dá-lhe a frescura necessária para assegurar o equilíbrio, está tudo no sítio certo neste tinto transtagano. Uma bela aposta no seu segmento! Vinhos como este têm todas as condições para conquistar mercados internacionais.
By 5 às 8
23 de agosto de 2007
nozes

Mais uma prova de vinho, com a mfm. Nozes mais uma vez!
Estava linda, mas isso agora já não interessa nada. Tá m, pois está. Dá-lhe charme. E depois?
Sobre a qualidade da companhia ainda muito poderei escrever, mas por agora direi apenas que continua como ela mesma.
Da pinga, que foi bebida no alto de uma das mais belas colinas de Lisboa (Graça), fica o nome e duas notas que em pouco tempo descobri, ainda com o seu gosto quente lá comprido no fundo da garganta.
Estava linda, mas isso agora já não interessa nada. Tá m, pois está. Dá-lhe charme. E depois?
Sobre a qualidade da companhia ainda muito poderei escrever, mas por agora direi apenas que continua como ela mesma.
Da pinga, que foi bebida no alto de uma das mais belas colinas de Lisboa (Graça), fica o nome e duas notas que em pouco tempo descobri, ainda com o seu gosto quente lá comprido no fundo da garganta.
"Quinta do Perdigão (Dão) 2000: Tonalidade granada de boa concentração, aromas a evoluir bem no copo, com fruta a marcar presença em ligeira compota, floral (violetas) leve chocolate e café em companhia de algum tabaco, baunilha, aromas balsâmicos. Na boca tem bom corpo, equilibrado, fruta presente, fresco e muito agradável, com final mentolado."
in copo de 3
"Não é a mais antiga quinta do Dão mas afirma-se como a mais premiada desde 1999. José Perdigão, arquitecto de formação, é o proprietário desta quinta que leva o seu nome aos 7 ha. de vinha todos plantados a uma altitude superior a 360 metros. A enologia está a cargo de Helena la Pastina que tem vindo a transmitir, a par da tipicidade da região, um carácter mais moderno e frutado aos tintos produzidos nos solos graníticos e argilosos de Silgueiro, localidade onde se encontra a Quinta do Perdigão.Com as castas que tradicionalmente são trabalhadas no Dão – touriga nacional, jaen, alfrocheiro e tinta roriz – a Quinta do Perdigão tem vindo a acumular prémios e boas referências na imprensa especializada."
in Saca-a-rolha
Devo acrescentar que este vinho foi lindamente com tudo o resto. A vista e a vista, pois afinal foi isso que o distinguiu.
21 de agosto de 2007
sedinhas 2003

Entre muitos prazeres que tenho junto da pdmc é o gosto que ela tem e me dá na companhia de mesa e copo.
E foi assim que ontém deitámos mão à obra a uma garrafa de Sedinhas 2003, um Douro forte que não estava nada mal e que reza a seguinte ladainha no contra rótulo:
"A Casa das Torres foi mandada construir, no ano de 1740, por Doutor José António de Sousa e Faria, Cavaleiro da Ordem de Cristo do Desembargo de Sua Magestade El Rei D. João V. Sexto avô do actual proprietário, ficou conhecido por Sedinhas pela especial predilecção que mostrava por trajes de seda. A Quinta das Torres, onde este vinho é produzido, está situada no interior da Antiga Zona de Vinhos de Feitoria da Região Demarcada do Douro (1756). Os seus vinhedos estão implantados em terrenos xistosos, de acentuada inclinação e com exposição Sul/Poente. Para a sua elaboração foram seleccionadas as seguintes castas: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Barroca e Bastardo. As uvas foram colhidas no seu ponto óptimo de maturação e fermentadas com maceração completa sob controlo de temperatura, estagiando depois, por 8 meses, em meias pipas de carvalho novo francês e americano. O resultado é este vinho encorpado, com aromas característicos do Douro e um intenso sabor a fruta madura bem equilibrada com a madeira. Vinho natural sujeito a criar depósito. Sirva-se com cuidado à temperatura de 16º-18º."
Para provar novamente, mas com maior antecedência de abertura.
Não foi certamente o responsável pela dor de cabeça que hoje acompanhou os 38º de febre com que despertei, mas contribuiu em muito para a insónia que me ocupou até cedo.
E por isso mesmo, é hora de desligar o ipod e aconchegar a almofada...
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