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22 de julho de 2007

The new seven wonders of the world

Em 22 de Julho de 1995, faz hoje 12 anos, iniciei a minha viagem para ir visitar aquela que é hoje a única das 7 maravilhas do mundo da antiguidade, ainda de pé. As pirâmides de Gizé.
Talvez pela da sombra fresca das pirâmides, o calor do deserto ou os cheiros das especiarias, foi por lá que acabei por arranjar o que fazer nos 9 anos que se seguiram.
Agora foram eleitas as 7 maravilhas do mundo moderno e com muita justiça, digo eu, fizeram a eleição na catedral da Luz que já era conhecida pela oitava maravilha do mundo.
Já conheço o Coliseu de Roma e o Cristo Redentor do Corcovado, e ambos já me deram que fazer no passado.
Talvez possa ir visitar uma das cinco que ainda não conheço e, quem sabe, arranjar o que fazer para os 9 anos que aí virão...ou então, não!

20 de julho de 2007

para lá irei de férias


O que é bom é difícil de esconder, por isso já imensa gente descobriu o Meco... Ainda assim, a aldeia conserva os encantos que lhe emprestaram a fama, e o proveito, de ser um dos locais de veraneio mais alternativos do país. Pacifistas, sonhadores, nudistas, naturistas e amantes da natureza. Pessoas ligadas às artes, à moda ou ao design. Gente que na cidade parecia ter uma boa vida, mas que partiu para uma pequena aldeia à procura de uma vida boa. Ao encontro da paz, do sol, de puras praias e fresco peixe. Foram pessoas como estas e como outras que, a partir do princípio dos anos 80, começaram a dar ao Meco uma aura cool. As características eram ímpares: situava-se perto de Lisboa, mas não demasiado perto, a cerca de 40 minutos, e tinha falésias e praias de difícil acesso e beleza rara, escondidas por entre dunas repletas de vegetação. Um verdadeiro antidepressivo ou estimulante natural.
O tempo passou, a mensagem espalhou-se e algo mudou. Ligeiramente. O cenário idílico continua lá, só que com mais pessoas, especialmente aos fins-de-semana. Gente para todos os feitios, e feitios que nada têm que ver com o espírito do Meco, queixam-se os mais indefectíveis. Haverá aqui alguma verdade, por isso é durante a semana que a aldeia se apresenta na sua serena plenitude. Ao contrário das cidades, onde poucas caras se fixam, as terras pequenas têm um nome, um apelido, e várias histórias por cada pessoa.
Este era por natureza um sítio de pescadores, de gente que procurava no mar o sustento que faltava em terra. Também neste campo diversas coisas mudaram e a actividade quase desapareceu. Mas não se extinguiu. O passado continua bem presente e pode transformar-se num momento de rara beleza.

Lá vou eu para banhos de sol na Praia do Meco e sestas no loft da Quinta do Miguel, um dos melhores locais para dormir na aldeia.

(excerto de Rotas&Destinos www.rotas.xl.pt)

18 de julho de 2007

conhecer Almada num minuto


História. A presença de Almada nos grandes momentos da História de Portugal é uma constante, donde se destacam os cidadãos, factos e instituições que contribuíram para o desenvolvimento deste concelho.A proximidade do rio constituiu, desde sempre, um factor determinante para a fixação de pessoas, desde a pré-história até à actualidade.A presença humana em Almada, topónimo de raiz árabe, remonta à pré-história. Por esta margem passaram os mais diversos povos que se sedentarizaram e aqui trocaram as suas experiências e mercadorias. No final do século XIX Almada industrializa-se, com a actividade económica centrada no sector corticeiro e nas indústrias de moagemA partir de 1940, a instalação de novas indústrias motiva a explosão demográfica. A década de 60 fica marcada pela inauguração da Ponte sobre o Rio Tejo e pela expansão doa estaleiros navais da Lisnave.Almada cresce, ganha identidade própria, qualifica-se, trilha a sua própria História, da qual aqui apresentamos as principais etapas.

Hoje. Almada convida-o a conhecer um concelho que tem muito para oferecer. Ponto de encontro entre o Tejo e o Atlântico, Almada é centro de cultura e desporto, de parques naturais e espaços públicos qualificados.Visite os museus, que contam a passagem de vários povos por este território há milhares de anos, mas que valorizam e mantêm viva a história dos homens e mulheres que lutaram por uma Almada livre, associativista e solidária. Assista a um espectáculo no fantástico exemplar de arquitectura que é oTeatro Municipal, venha aos nosso festivais internacionais ou vá apenas até à biblioteca e entre em Almada a partir dos livros, que pode folhear numa das soalheiras esplanadas da Praça da Liberdade.

Quando desejar descansar do ambiente cosmopolita e simplesmente contemplar a natureza, aproveite a Mata Nacional dos Medos, a pérola do património natural do concelho, ou dê uma escapadela até um dos muitos jardins que pontilham o concelho de verde, sem perder o Parque da Paz onde, mesmo ao lado da cidade, tem à sua disposição 60 hectares de área natural.

Para quem o desporto é um prazer, Almada oferece uma vasta e variada rede de equipamentos desportivos, com piscinas, courts de ténis, uma pista de atletismo, campos de golfe ou um Complexo Municipal dos Desportos onde pode praticar as mais variadas modalidades.

Atreva-se a conhecer a cidade de uma forma diferente, calcorreando os vários percursos que sugerimos ou surpreendendo-se com os recantos e encantos que Almada revela a quem nos visita.

Território
- Área de 71Km2.
- Localiza-se na margem esquerda do rio Tejo, fazendo fronteira com o concelho do Seixal a Este e com o concelho de Sesimbra a Sul. A Oeste o concelho de Almada é rodeado pelo Oceano Atlântico.
- Pertence ao distrito de Setúbal e à Área Metropolitana de Lisboa.

População
- 160 825 habitantes (Censos 2001).
- Principal concelho, em termos populacionais, da Margem Sul da Área Metropolitana de Lisboa.
- 55,6% da população tem entre 25 e 64 anos de idade.
- 49,4% da população tem idade inferior a 40 anos.
- As freguesias urbanas – Almada, Cova da Piedade e Cacilhas - encontram-se mais envelhecidas, em contrapartida as freguesias de características mais rurais – Caparica, Pragal e Charneca de Caparica – apresentam uma maior percentagem de jovens.
- 81 500 habitantes constituem a população activa do concelho, correspondendo a uma taxa de actividade de 50,6% (Censos 2001).
- 76% da população activa está empregada no sector terciário, reflectindo a evolução deste sector de actividade nos últimos anos, em detrimento dos sectores industrial e agrícola.
- 2000 é o número aproximado de funcionários da Câmara Municipal de Almada e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento.
- 134.13 é o índice de poder de compra (per capita) da população do concelho, acima da média da Península de Setúbal.

Proximidade com o mar e o rio
- 35 km contínuos de relação com a água, numa costa banhada pelo Oceano Atlântico e pelo Rio Tejo, maioritariamente abrangidos por projectos de requalificação.- 13 km de praias.
- Desenvolvimento de projectos que apostam na reabilitação de antigas zonas industriais ribierinhas, onde se desenvolviam actividades ligadas à cortiça, moagem, conservas, pesca, construção e reparação naval.

Trânsito e Mobilidade
- 40 mil veículos circulam diariamente no principal eixo da cidade de Almada – entre a Av. Bento Gonçalves e a Av. 25 de Abril.- Em construção o metro de superfície MST, um meio de transporte não poluente que circula em carril próprio e é constituído por 3 linhas, num total de 19 paragens distribuídas por um percurso de 22 km.

Espaços Verdes
- 17 parques e jardins públicos.
- 1570 hectares de Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica.
- 24,2% do território corresponde a área florestal, do qual destacam a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica e a Mata do Medos.

Espaços de Cultura
- 35 mil títulos disponíveis na Biblioteca Municipal do Fórum Romeu (livros, publicações periódicas, DVD’s, CD- ROM’s, CD’s e vídeos).
- 18 mil leitores inscritos na biblioteca do Fórum Municipal Romeu Correia.
- mil visitantes por mês no Museu da Cidade.
- 12 salas de cinema.

Prática Desportiva
- Mais de 300 equipamentos onde é possível praticar desporto, sendo a relação entre a área útil desportiva por número de habitante muito superior à média nacional.
- 1 estádio municipal
- 29 pavilhões
- 15 campos grandes
- 114 campos pequenos 98 salas para desporto
- 3 pistas de atletismo
- 18 piscinas 19 courts de ténis
- 2 campos de golfe
- Complexo Municipal dos Desportos com quatro campos de ténis, três ginásios, dois espaços para squash, uma piscina, dois tanques, health club e dois auditórios, 35 modalidades disponíveis, capacidade para 4200 espectadores.
- Pista Municipal de Atletismo da Sobreda de Caparica com 400m frequentada, em média, por 300 desportistas por dia.

Educação
- 7 escolas superiores.
- 57 licenciaturas.
- 11 170 alunos no ensino superior.
- 32 358 alunos frequentam as escolas da rede pública.
- 130 escolas (61 da rede pública e 69 da rede privada).
- 6% de taxa de analfabetismo (quando a taxa a nível nacional é de 9%).
- 15% da população tem formação académica superior e 22% completou o ensino secundário, apresentando um nível de escolaridade acima do da média nacional e regional.
- A grande maioria dos alunos estuda na freguesia onde reside.

Turismo
- Localiza-se a 4 km de Lisboa e 15 km do Aeroporto Internacional da Portela.
- 8 milhões de vistantes, por ano, na Costa da Caparica.
- 600 mil peregrinos, por ano, visitam o Santuário do Cristo Rei.
- 13 km de frente de praias.
- 1144 camas disponíveis em todo o concelho.
- 5 novas unidades hoteleiras projectadas.
- Complexo Turístico da Aroeira com dois campos de golfe, 18 buracos e uma academia.

(informação da CMA)

17 de julho de 2007

o Meco em novo


Os meus amigos "mequeiros" mudaram de casa.
Do anterior retiro, giro em espaço, misto de antigo e contemporâneo, passaram para um novo poiso, acabado de edificar, em moderno, branco, ao qual já juntaram algumas cores da sua eleição.
A casa, que eu saiba ainda sem nome, tem um pequeno relvado de entrada e um terraço à rectaguarda. Um lago para as melgas, uma sala para comer e estar, cozinha que baste, wc a jeito e dois quartos. E muita luz que a invade pelas paredes de vidro que estão por todo o lado.
Estão bem instalados, em decoração ligeira com toques mediterrânicos que convidam a ficar.
Os gajos fizeram os buracos e instalaram o som, as miúdas pintaram e penduraram os quadros.
E é assim que eles continuam a receber bem os amigos. Os velhos e os novos.

Por estes meses o Meco volta a ter gente nova, diferente, que nunca saberá o que por lá se passa. A aldeia, de uma forma muito própria, compreende as diferentes comunidades que a elegem para continuar a amalgamar-se livremente, e todos recebe.
O bitoque do Pinhal continua o melhor. Agora o problema é arranjar mesa, mas isto só dura até ao final do verão. Depois volta a calma.
O mar podia ser melhor anfitrião, mas as areias continuam a puxar ao desejo de lá estar.